segunda-feira, março 30, 2020
Mais uma vez... falta de inspiração
Hoje,
parei...
decidi escrever
mas,
hesitei...
por não saber
o que dizer
o que expressar
De caneta na mão
não parei de pensar
ouvi meu coração
e o seu palpitar
me fez duvidar
se voltarei a parar
Para não ficar indeciso
pousei eu a caneta
naquele momento,
bem preciso
Guardei-a na gaveta
desisti de ser poeta.
De Filipe Santos
(imagem de autor desconhecido, fonte: Net)
segunda-feira, março 16, 2020
Mais uma vez... fiquem em casa
Pela minha janela,
recordo...
outrora uma revolução
feita na rua
de cravo na mão
nenhuma arma nua
acabara a prisão
Na minha janela
hoje...
estou preso,
não pela liberdade
amordaçada
não pela liberdade
conquistada
mas sim por uma maldita doença criada
Difícil tempo este
de ingenuidade...
irresponsabilidade
que a cada dia que passa fortalece a peste
de mentira,
falsidade
de inconsciente atitude agreste
O perigo anda à solta
e obriga à clausura
e não há mais revolta
do que a imbecilidade pura
Somos seres de contacto
de sentimentos
e afectos
e nesta Guerra, neste mau-trato
ficamos bloqueados, obsoletos
Este inimigo invisível
Testa a força da Humanidade
Só juntos será possível
acabar com esta enfermidade
Pela Janela,
vejo uma gaivota em plena liberdade
com o vento livre batendo-lhe na asa
esse vento que, um dia, para nós será realidade
se ficarmos todos, hoje, em casa.
de Filipe Santos
recordo...
outrora uma revolução
feita na rua
de cravo na mão
nenhuma arma nua
acabara a prisão
Na minha janelahoje...
estou preso,
não pela liberdade
amordaçada
não pela liberdade
conquistada
mas sim por uma maldita doença criada
Difícil tempo este
de ingenuidade...
irresponsabilidade
que a cada dia que passa fortalece a peste
de mentira,
falsidade
de inconsciente atitude agreste
O perigo anda à solta
e obriga à clausura
e não há mais revolta
do que a imbecilidade pura
Somos seres de contacto
de sentimentos
e afectos
e nesta Guerra, neste mau-trato
ficamos bloqueados, obsoletos
Este inimigo invisível
Testa a força da Humanidade
Só juntos será possível
acabar com esta enfermidade
Pela Janela,
vejo uma gaivota em plena liberdade
com o vento livre batendo-lhe na asa
esse vento que, um dia, para nós será realidade
se ficarmos todos, hoje, em casa.
de Filipe Santos
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